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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Gatinho "Tareco"


Era uma vez, um gato maltês

Tocava piano e falava francês

Tinha uma criada chamada Inês

E o número da porta era o trinta e três

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Cavalos-Marinhos e Estrelinha-do-Mar

Na dúvida se coloco, ou não, olhinhos e barbatanas....coloco?!





"Você existe somente naquilo que faz"
Federico Fellini

Será?! Não sei se concordo

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Lancheira



E foi assim que, com restinhos de tecidos, surgiu a minha Saquinha do Farnel: lanche da tarde


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Coroa de Natal - II e Lacinhos

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O Natal está a chegar
Já sei o que vou fazer
Um desenho bem bonito
E ao papá oferecer...

Um colar todo em massinhas
Ficará bem à mamã
Um boneco em plasticina
Eu darei à minha irmã

Depois irei acabar
A prenda do meu irmão
Um barco feito de noz
com a vela em papelão

O Natal está a chegar,,,
Vou ter cá um trabalhão
Ainda por cima não sei
O que vou dar ao meu cão


http://nacompanhiadostraquinas.blogspot.pt/2009/12/poesias-de-natal.html



Coroa de Natal - I

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Fernando Pessoa

Chove. É dia de Natal

Chove. É dia de Natal
Lá para o norte é melhor:
Há a neve que faz mal
E o frio que ainda é pior

E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar
Chove no Natal presente
Antes isso que nevar

Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção
Quando o corpo me arrefece
Tenho frio e Natal não

Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés


sábado, 17 de janeiro de 2015

Bolsinha/Porta-chaves/Porta-moedas


"Eu amo tudo o que foi
Tudo o que já não é
A dor que já me não dói
A antiga e errónea fé
O ontem que a dor deixou
O que deixou a alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia."

Fernando Pessoa

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Bolas de Natal


Pinheirinho, pinheirinho
de ramos verdinhos,
pra enfeitar, pra enfeitar
bolas, bonequinhos

Uma bola aqui
e outra acolá
luzinhas que brilham
ai que lindo está

Olha o Pai Natal
de barbas branquinhas
traz um saco cheio
cheio de prendinhas





Boneco de Neve



Uma bola branca, gordinha;
Outra gordinha bola branca;
Tamanhos diferentes;
Brancuras iguais;
Que fazer com estas duas bolas, brancas, redondinhas?
Sem utilidade…
Vieram dois meninos;
- Vamos brincar com estas
Bolas, branquinhas, redondinhas
- A bola redondinha grande
Colocamos por baixo;
 - A bola branquinha pequena
Colocamos por cima
- Ahhh, que lindo
- Com duas bolotas fazemos os olhos;
 - Com uma cenoura inventamos o nariz;
 - Um cachecol para o frio;
 - Um chapéu para ficar bonito
 - mas este boneco não tem alma
 - Está triste :(
 - Com este pau,
Desenhamos um sorriso :)

Que lindo ficou o boneco de neve

(Abessínia, Tobias e Principelina)

Patrícia Ribeiro, num minuto de criancice



quinta-feira, 7 de março de 2013

Caderninhos.......amorosos

 

Poema do Coração

 
António Gedeão, poesias completas
 
 
Eu queria que o Amor estivesse realmente no coração,
e também a Bondade,
e a Sinceridade,
e tudo, e tudo o mais, tudo estivesse realmente no coração.
Então poderia dizer-vos:
"Meus amados irmãos, falo-vos do coração",
ou então:
"com o coração nas mãos".
 
Mas o meu coração é como o dos compêndios.
Tem duas válvulas (a tricúspida e a mitral)
e os seus compartimentos (duas aurículas e dois ventrículos).
O sangue ao circular contrai-os e distende-os
segundo a obrigação das leis dos movimentos.
 
Por vezes acontec
ver-se um homem, sem querer, com os lábios apertados,
e uma lâmina baça e agreste, que endurece
a luz dos olhos em bisel cortados.
Parece então que o coração estremece.
Mas não.
Sabe-se, e muito bem, com fundamento prático,
que esse vento que sopra e ateia os incêndios,
é coisa do simpático.
 
Vem tudo nos compêndios.
Então, meninos! Vamos à lição!
Em quantas partes se divide o coração?

Folhas interiores pautadas (linhas)

 
Folhas interiores lisas
 
 
Folhas interiores pautadas (linhas)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Rosas.....são rosas, meu senhor

 
 
 
 
Raínha Santa Isabel .... Isabel de Aragão, raínha de Portugal
 
Raínha da Paz, beatificada e santificada
 
O milagre das Rosas


Reza a lenga que, uma manhã, quando a Rainha Santa Isabel ia a sair do Castelo do Sabugal, no Inverno, para distribuir pão pelos pobres e desfavorecidos, terá sido supreendida pelo Rei que, curioso, lhe perguntou o que andaria a fazer por ali e o que levava no regaço.
 
A Rainha, com grande à vontade, terá respondido: São rosas, meu senhor!
 
D. Dinis, admirado terá inquirido: Rosas, em Janeiro?
 
A Rainha D. Isabel, sem mais demoras, expôs, então, o conteúdo do regaço do seu vestido e, o que apareceu foram rosas ao contrário do que inicialmente levava, pão.