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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Há muito muito tempo.....


 VINTE ANOS
José Cid

.......................................................

Há muito muito tempo, eras tu uma criança
que brincava no baloiço e ao pião,
Tinhas tranças pretas e caçavas borboletas
Como quem corria atrás de uma ilusão
Há muito muito tempo, era eu outra criança
Que te amava ternamente sem saber
Vínhamos da escola e oferecia-te uma flor
Que tu punhas no cabelo a sorrir

Vem, viver a vida amor

Que o tempo que passou não volta não

Sonhos, que o tempo apagou

Mas para nós ficou, esta canção







Vinte anos mais tarde



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Palhacinho Dédé

Os três palhacinhos

Os três palhacinhos
cantando lá vão
pela estrada fora
até ao portão

E batem à porta
pois querem entrar
e sai de lá um cão
e põe-se a ladrar

ão, ão, faz o cão
miau, miau, faz o gato
piu, piu, faz o pardal
qua, qua, faz o pato

Os três palhacinhos
não querem fazer mal
só querem brincar
pois é Carnaval


Palhacinho Dédé



Palhacinho Dédé - que força é precisa para levantar os 2 corações?


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Babete Passarinhos 01



Passarinhos a bailar,
mal acabam de nascer,
com o rabinho a dar, a dar
piu, piu, piu, piu,

É dia de festa,
baila sem parar,
vamos lá voar, tu e eu
sob o azul do céu e sobre o mar

Passarinhos a bailar,
mal acabam de nascer, 
com o rabinho, a dar, a dar
pi, piu, piu, piu


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Gato Maltês

.
.
.
Era uma vez

Um gato maltês

Tocava piano

E falava Francês

Tinha uma criada

Chamada Inês

E o número da porta

Era o trinta e três

E o número da porta

Era o trinta e três
.
.
.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Para os meus filhos: Rita e Nuno

Vinte anos

José Cid

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Há muito muito tempo, eras tu uma criança
Que brincava no bailoço e ao pião
Tinhas tranças pretas e caçavas borboletas
Como quem corria atrás de uma ilusão


 
 
Há muito, muito tempo era eu outra criança
Que te amava ternamente sem saber
Vinhamos da escola e oferecia-te uma flor
Que tu punhas no cabelo a sorrir



Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou não volta não
Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou esta canção



Vinte anos mais tarde, encontrei-te por acaso
Numa rua da cidade onde moravas
Ficamos parados e olhamo-nos sorrindo
Como quem se vê ao espelho pela manhã


Dei-te o meu telefone, convidei-te pra jantar
Adoraste ver a minha colecção
Pelo tempo fora continuamos unidos
E cantamos tanta vez esta canção




Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou não volta, não
Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou esta canção


Daqui a vinte anos, quando tu já fores velhinha
Talvez eu já não exista pra te ver
Ficas à lareira a fazer a tua renda
Mas que importa se recordar é viver



Há muito, muito tempo, tu e eu duas crianças
Que brincavam num baloiço e ao pião
Vínhamos da escola e oferecia-te uma flor
Que desponta agora no teu coração

 
 
Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou, não volta, não.
Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou, esta canção

La la la...
 


.........
 
Adoro-vos Ritinha e Nuninho
 
Amo-vos ternamente
 
Vocês são os meus sonhos
 
A minha razão de viver
...
 
Daqui a vinte anos, quando eu já for velhinha
 
Ou talvez já nem viva
 
estejam vocês onde estiverem
 
recordem-me com alegria
...
 
porque
 
Recordar é Viver
 
 Patrícia Ribeiro (mãe babada)
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Ratinho


Não vou dizer
 
O que vai acontecer
 
Quando acontecer
 
Você vai saber
 
 
 
Gabriella Marangoni Cisotti



sábado, 20 de outubro de 2012

Sunbonnet Sue e o namorado



Tenho uma boneca,
 
Assim, assim,
 
Veio de Paris,
 
P'ra mim, p'ra mim,
 
ela diz:
 
"Papá", "Mãmã"
 
também,
 
ela fecha os olhos
 
e nana bem
 
música infantil
Os Ninhos
 
Os passarinhos
Tão engraçados,

Fazem os ninhos
Com mil cuidados.

São p’ra os filhinhos
Que estão p’ra ter
Que os passarinhos
Os vão fazer.
Nos bicos trazem
Coisas pequenas,
E os ninhos fazem
De musgo e penas.

Depois, lá têm
Os seus meninos,
Tão pequeninos
Ao pé da mãe.

Nunca se faça
Mal a um ninho,
À linda graça
De um passarinho!
Que nos lembremos
Sempre também
Do pai que temos,
Da nossa mãe!
(Afonso Lopes Vieira)
 
 

 




 

 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Patchwork - infantil - 1


Amor com Amor se paga
 
Assim fala o coração
 
Não queiras pagar Amor
 
Com ódio e ingratidão
 


Casa que não tem gato, tem ratos
 
Gato escaldado de água fria tem medo
 
Bem se lambe o gato, depois de farto
 
De noite todos os gatos são pardos
 
Gato gordo não apanha rato
 
Gato miador não é bom caçador
 
Quem não tem cão caça com gato


domingo, 11 de março de 2012

Olha a Gi

Girafa - Português

Girafe - Francês

Jirafa - Espanhol

Giraffa - Italiano

Giraffe - Inglês, Alemão, Norueguês, Sueco

Giraf - Dinamarquês

Kirahvi - Finlandês

Gírafa - Islandês

Zirafa - Polaco

Zürafa - Turco

καμηλοπάρδαλη - Grego

жираф - Ucraniano

жираф - Russo

キリン - Japonês

長頸鹿 - Chinês

زرافة - Árabe

Traduções efectuadas através do "Google Translator"


Corações da Gi....rafa


Estes são os corações da Gi...........rafa.

Mas, onde está a Gi???

- Giiii......ohhhh Giiiiii???

- Onde estás?

- Giiiiiiiiiiiii

O coelho imaginado



O coelho da Páscoa

Os coelhos da Páscoa não existem!

Pelo menos é o que muita gente pensa. E dizem:

— Um coelho é um coelho, quer esteja na coelheira ou no campo. E não põe ovos. Então como é que podia trazê-los pela Páscoa?

Além do mais, um coelho não consegue abrir uma porta ou saltar uma vedação. E onde é que ia arranjar um cesto para pôr os ovos, se mesmo assim os tivesse?

Ainda por cima, todos os coelhos têm medo dos homens! É triste, mas é assim!

Contudo, seria maravilhoso se imaginasses um coelho da Páscoa só teu.

Ora aqui está ele! Tem mais ou menos a tua altura e umas belas orelhas compridas.

Já está vestido com um fato de todas as cores e traz às costas um cestinho com todas as tuas prendas.

Vem a tua casa! Atravessa prados, bosques e salta por cima de todos os ribeiros. Oh! Olha uma raposa a tentar apanhá-lo!

Mas o coelho não tem medo nenhum.

— Sou o coelho da Páscoa — diz ele calmamente.

— Oh, as minhas desculpas! — responde-lhe a raposa.

O teu coelhinho chega a uma cidadezinha. Vem um cão a ladrar com toda a força, mas quando vê que é o coelho da Páscoa, abana a cauda alegremente.

O coelho da Páscoa passa por cima das sebes, atravessa jardins e chega finalmente à soleira da tua porta.

Mete a ponta de uma das suas longas orelhas na fechadura e roda-a muito devagarinho e com muito cuidado. E pronto, a porta abre-se.

Está agora a esconder os ovos e muitas outras coisinhas que trouxe. E quando tu acordares no domingo de Páscoa e encontrares os ovos, vais ter a certeza de que… foi o teu coelho da Páscoa que trouxe tudo!

Ele fez toda esta longa viagem por tua causa. E é o coelho da Páscoa mais bonito do mundo porque foste só tu que o imaginou!

Tradução e adaptação

Winfred Wolf
Le Lapin de Pâques
Paris, Casterman, 1987

sábado, 3 de março de 2012

Vestido - 01 - Quando o cogumelo virou casinha


Os animais e a floresta

— Que é isso?! Não chores! Como sabes eu viajo muito todas as noites. Às vezes
vou para uma pequena floresta, a última que ainda existe nestas redondezas e que
fica a uma légua para além da última casa. Amanhã fazes as malas e, pela
calada da noite, atravessas a povoação e mudas-te para lá com os teus pequenos.

Excerto do conto infantil de
António José H. Ferreira de Condeixa-a-Nova
http://web.educom.pt/pr1305/a_ultima_florest.htm

Será que a coelhinha mudou com os seus filhotes para esta casinha encantada "Cogumelo"?