Mostrar mensagens com a etiqueta Ponto de Cruz. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ponto de Cruz. Mostrar todas as mensagens
domingo, 13 de novembro de 2016
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Há muito muito tempo.....
VINTE ANOS

Vinte anos mais tarde
José Cid
.......................................................
Há muito muito tempo, eras tu uma criança
que brincava no baloiço e ao pião,
Tinhas tranças pretas e caçavas borboletas
Como quem corria atrás de uma ilusão
Há muito muito tempo, era eu outra criança
Que te amava ternamente sem saber
Vínhamos da escola e oferecia-te uma flor
Que tu punhas no cabelo a sorrir
|
Vem, viver a vida amor
Que o tempo que passou não volta não
Sonhos, que o tempo apagou
Mas para nós ficou, esta canção
Vinte anos mais tarde
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
quarta-feira, 24 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Rita - Toalha de rosto
Com muito amor e carinho, para a minha filhotinha
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
quarta-feira, 10 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
Mafalda - Toalha de rosto
Foi nome de duas rainhas portuguesas, Mafalda de Sabóia, esposa de D. Afonso Henriques, e de sua neta Mafalda Sanches, infanta de Portugal e rainha de Castela, considerada actualmente beata sob o nome de Santa Mafalda.
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
MAFALDA - Será que a Mafalda, para quem foi feita, com muito carinho, esta toalha de mãos, vai gostar?
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
MAFALDA - Será que a Mafalda, para quem foi feita, com muito carinho, esta toalha de mãos, vai gostar?
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Toalha de mãos - para mim
Quando olho para mim não me percebo
Quando olho para mim não me percebo
Tenho tanto a mania de sentir
Que me extravio às vezes ao sair
Das próprias sensações que eu recebo
O ar que respiro, este licor que bebo,
Pertencem ao meu modo de existir,
E eu nunca sei como hei-de concluir
As sensações que a meu pesar concebo
Nem nunca, propriamente reparei,
Se na verdade sinto o que sinto.Eu
Serei tal qual pareço em mim? Serei
Tal qual me julgo verdadeiramente?
Mesmo ante as sensações sou um pouco ateu
Nem sei bem se sou eu quem em mim sente
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
Quando olho para mim não me percebo
Tenho tanto a mania de sentir
Que me extravio às vezes ao sair
Das próprias sensações que eu recebo
O ar que respiro, este licor que bebo,
Pertencem ao meu modo de existir,
E eu nunca sei como hei-de concluir
As sensações que a meu pesar concebo
Nem nunca, propriamente reparei,
Se na verdade sinto o que sinto.Eu
Serei tal qual pareço em mim? Serei
Tal qual me julgo verdadeiramente?
Mesmo ante as sensações sou um pouco ateu
Nem sei bem se sou eu quem em mim sente
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Toalha de mãos - Tulipas
"O tempo é algo que não volta atrás,
por isso, plante o seu jardim e decore a sua alma,
em vez de esperar que alguém lhe traga flores"
William Shakespeare
Subscrever:
Mensagens (Atom)





















